| REALIDADE QUE NÃO SE DISCUTE |
Com a mesma linguagem expressiva de sempre, eis que volta Henrique, através do médium Xavier, na reunião da noite de 20 de agosto de 1977, no Grupo Espírita da Prece, em Uberaba, Minas Gerais e publicada ao final da notável reportagem de Márcia Elizabeth - "Chico Xavier, o Intérprete do Outro Mundo", no jornal de Goiânia, O Popular (O Popular, cidade/Estado, Goiânia).
Endereçando o leitor aos itens dos dois capítulos anteriores a este, a fim de aproveitar espaço e tempo, vejamos o que o Espírito do jovem goiano tem a nos oferecer:
1 - "Desde que você aceitou o meu pedido de perdão para o amigo que não esperava de nós outra atitude, minha vida mudou. Estou na condição do canário que esteve na gaiola e foi solto." Eis, em poucas palavras, o que Allan Kardec estuda, em profundidade, no Cap. XII de O Evangelho segundo o Espiritismo - o perdão incondicional das ofensas.
2 - "Agora é que compreendo o que falava você em torno da obsessão. Isso é uma espécie de corda imantada, corda de aço, enrolado os espíritos no mesmo drama de angústia."
3 - "A cura vem do entendimento."
4 - "Graças a Deus ficamos livres de nós mesmos, livres dos sentimentos que poderíamos abrigar indebitamente."
Com efeito, para nos libertarmos dos processos obsessivos, nada melhor que o perdão, enquanto estamos a caminho, perdoar indefinidamente, setenta vezes sete vezes, segundo a recomendação de Jesus, a fim de que nos libertemos de nós mesmos, isto é, que nos desvencilhemos do orgulho e do egoísmo, que são cadeias poderosas, mas não inquebráveis.
5 - Mário Lúcio Sobrosa e Luiz Antônio Rabeio: cunhados de Henrique. Veja-se o item 4 do Cap. 24 - "Fatalidade do Reencontro".
6 - Meu pai Gastão: Trata-se de Gastão Henrique Gregoris. Veeja·se o Cap. 22.
7 - Eduardo: irmão de Henrique, que cursa, atualmente, a aviação civil em Goiânia. Veja-se o item 9 do Cap. 24.
8 - Márcia e Ângela : irmãs do Espírito comunicante.
9 - Oscar, Jurandir e Guimarães:- Amigos de infância de Henrique, desencarnados em acidente.
10 - Júnior e Ricardo: o primeiro desencarnado em acidente; ambos amigos de Henrique e filhos do Sr. Juarez Távora de Azeredo Coutinho e de D. Glória Coutinho.
11 - D. Alice: Esposa desencarnada de Francisco Ribeiro Escartezini, e avó de Ricardo e de Júnior.
12 - D. Lélia Amorim Nogueira - Grande amiga da família de Henrique. Cf. os capítulos 16 e 17.
13 - "Chapelin do Além" - Apelido dado a Henrique pela Sra. Ely Merola, referindo-se ao conhecido apresentador do "Jornal Nacional", da TV Globo.
14 - "Menino da Porteira" - Canção que Henrique e Eduardo, acompanhados pela genitora, cantavam. Veja-se o item 16 do Cap. 26.
15 - Meia Ponte: Referência à desencarnação de Gastão Henri, que Gregoris, no Rio Meia Ponte, a 28 de agosto de 1964. Veja-se o Cap.22.
16 - Antônio Lourenço, Aparecida, filhinha Lilia: Segundo informes de D. Augustinha, prestados em sua residência (Goiânia, Go,), na manhã de 4 de fevereiro de 1978, trata-se de familiares da Sra. Enid Prochnov Nunes, residente em Araraquara, Estado de S. Paulo.
Finalmente, transcrevamos este tópico em que Henrique se dirige à sua "Véia" Augustinha, dirigindo-se a todos nós, os reencarnados, alertando-nos quanto à necessidade da paciência e da perseverança nos caminhos do mundo:
"Mamãe, a luta é gigantesca e ainda que possamos parecer formigas querendo sustar uma tempestade, continuemos servindo e agindo."