DA LEI DA DESTRUIÇÃO

Por vezes há destruição
Porém as grandes desgraças
Terremotos, tempestades,
Que assolam a humanidade,
E diante da incompreensão
Servem para enchê-la de graça
Tudo parece impiedade.
Ensinar caridade.
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Vendo a dor pela rua
Aprende pela miséria
E muita gente sem lar,
Sobre a solidariedade,
Recorda o homem da sua
Uma das faces mais sérias
E sai correndo ajudar.
De todas da caridade.
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Mas quando um mata o outro,
E se houver crueldade,
Por dinheiro ou sem razão,
Que nunca se justifica,
A lei vem logo de encontro
Retorna a ele a maldade
Castigar-lhe o coração.
E a dor é nele que fica.
..
Por isso o velho duelo
A tal defesa da honra
Que existiu no passado,
pela posse ou pelo amor
Graças a Deus é um flagelo
Só criava mais desonra
Que está na história arquivado.
Ao assassino em louvor.
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Portanto, a pena de morte
Ninguém se atreva a aprovar,
Deixemos à própria sorte.
O agressor a expiar.
..
Octávio C. Serrano