DA LEI DA DESTRUIÇÃO |
Por
vezes há destruição |
Porém
as grandes desgraças |
Terremotos,
tempestades, |
Que
assolam a humanidade, |
E
diante da incompreensão |
Servem
para enchê-la de graça |
Tudo
parece impiedade. |
Ensinar
caridade. |
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Vendo
a dor pela rua |
Aprende
pela miséria |
E
muita gente sem lar, |
Sobre
a solidariedade, |
Recorda
o homem da sua |
Uma
das faces mais sérias |
E
sai correndo ajudar. |
De
todas da caridade. |
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Mas
quando um mata o outro, |
E
se houver crueldade, |
Por
dinheiro ou sem razão, |
Que
nunca se justifica, |
A
lei vem logo de encontro |
Retorna
a ele a maldade |
Castigar-lhe
o coração. |
E
a dor é nele que fica. |
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Por
isso o velho duelo |
A
tal defesa da honra |
Que
existiu no passado, |
pela
posse ou pelo amor |
Graças
a Deus é um flagelo |
Só
criava mais desonra |
Que
está na história arquivado. |
Ao
assassino em louvor. |
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Portanto,
a pena de morte |
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Ninguém
se atreva a aprovar, |
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Deixemos
à própria sorte. |
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O
agressor a expiar. |
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Octávio
C. Serrano |
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