DA LEI DA SOCIEDADE |
Falando
em vida normal, |
É
no contato intensivo |
O
ser tem necessidade |
Que
o homem se burila, |
De
viver vida social, |
Por
isso é que é preciso |
De
manter-se em sociedade. |
Viver
nesta grande vila. |
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Uma
aldeia global |
Todos
fazendo conchavos, |
Onde
os homens se atritam |
Cheios
de más intenções, |
Vive-se
vida banal |
E
quando crescem os agravos |
Por
isso as pessoas se irritam. |
As
nações lesam nações. |
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O
mesmo há nas famílias, |
O
que deveria ser lar |
Sogro,
sogra, genro, nora |
Vira
um palco de guerra, |
O
casal, filhos e filhas, |
Para
experimentar |
Mais
os parentes de fora. |
Vida
em família na Terra. |
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E
os animigos de outrora |
E
conforme o que se faça |
Juntam-se
ali novamente. |
Naquele
ninho sagrado, |
Por
que agora é a hora |
Virão
amor ou desgraça, |
De
avançar e ir em frente. |
Quem
decide é o interessado. |
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Octávio
C. Serrano |
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