DA PLURALIDADE DAS EXISTÊNCIAS |
Muitas
vidas viveremos, |
Vamos
vivento na Terra, |
Muitas
chances Deus nos dá, |
E
em outros mundos também, |
De
acordo como aprendemos |
E
quando a Lei nos desterra |
Muitas
outras nos dará. |
Permanecemos
no Além. |
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Se
o homem ficar bem leve, |
Em
locais onde o amor |
Espírito
que não pesa, |
É
a causa mais suprema, |
Chegar,
e muito breve, |
Onde
nem ódio ou rancor |
Em
mundos que não se lesa. |
Nos
causam qualquer problema. |
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Onde
não existe roubo, |
Ao
vermos morrer crianças, |
Nem
homem matando homem, |
O
que sempre causa dó, |
Ninguém
faz ninguém de bobo |
Já
temos mais esperanças: |
Nem
misérias nos consomem. |
A
vida não é uma só ! |
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Morrer
cedo pode ser |
Espírito
não tem sexo, |
Impositivo
da Lei, |
Ele
é um hermafrodita, |
Mas
vai ter de renascer |
Por
isso não se vê nexo |
E
voltar, isto eu já sei. |
Sofrer-se
nessa desdita. |
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Se
você está masculino |
Não
se mostre radical |
Não
maltrate a sua mulher, |
Nem
seja o tipo machista, |
Porque
virá feminino |
Porque
é coisa banal |
Pra
pagar o que fizer. |
Ser
macho ou ser feminista. |
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Todos
um dia viremos |
Trate
bem o seu amigo |
Em
sexo diferente, |
Como
se fosse parente |
Porque
só assim poderemos |
E
a paz ficará consigo |
Ser
alguém mais experiente. |
E
o mundo estará contente. |
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Nos
muitos renascimentos |
Pais
e filhos se parecem |
Temos
parentes de sobra, |
No
corpo, não no talento, |
Depois
dos conhecimentos |
A
moral dos que falecem |
Até
amaremos a sogra. |
Não
se herda em testamento. |
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Antes
de ser um galante, |
Quando
as idéias lhe chegam |
Parecer
com mãe ou pai, |
De
coisas que não aprendeu. |
Eduque-se,
vigilante |
São
as horas que não negam |
Porque
a beleza se esvai. |
Que
outras vezes já viveu. |
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Este
é o nosso tesouro |
Todo
esforço que se faz |
Que
a traça não vai roer, |
Prá
ser cada vez melhor |
Talento
que vale ouro |
É
conquista que dá paz |
Que
nunca vamos perder. |
Ensinou
Nosso Senhor. |
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Octávio
C. Serrano |
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