INTRODUÇÃO |
Depois
de muito informar-se |
No
dia 18 de abril |
Com
certas mesas que dançam |
Do
ano57, |
Kardec
vai dedicar-se |
Século
passado viu |
E
as notícias logo avançam. |
O
livro de Allan Kardec |
.. |
|
Foi
quando codificou |
Foi
o O Livro dos Espíritos |
O
corpo do Espiritismo |
Dividido
em quatro partes, |
E
ali o céu revelou |
Que,
acabando com mitos, |
Sobre
amor e egoísmo. |
Trouxe
notícia entre artes. |
. |
|
A
arte da caridade |
E
logo na introdução |
A
arte de amar pessoas, |
Falou
das dificuldades |
Arte
de falar verdade |
Que
teve na sua missão |
E
só fazer coisas boas. |
De
nos trazer as verdades. |
. |
|
De
início nem ele mesmo |
Teve
muito opositor |
Quis
acreditar naquilo |
Que
o negava e combatia, |
E
nem foi falando a esmo, |
Porque
entre pobre e doutor |
Lançando
besteira a quilo. |
Sempre
tem quem desconfia. |
. |
|
E
essa codificação, |
Não
se serviu de sua fama |
Lançada
no livro novo, |
Nem
agiu com leviandade, |
Chamou
bastante a atenção |
Como
quem deita na cam; |
Quando
chegou junto ao povo. |
Mudou
sua identidade. |
. |
|
Quando
ele foi um druída, |
Salve
o século passado |
Sacerdote
e estudioso, |
Em
sua segunda metade |
Kardec,
em outra vida, |
Pois
nele foi revelado |
Foi
um homem respeitoso. |
Mais
um pouco da verdade. |
. |
|
Chegou
a nova Doutrina |
É
da espiritualidade, |
Que
não era de um só dono, |
Que
agora se revela, |
Uma
luz em cada esquina, |
Quem
vem a realidade, |
Ninguém
mais ao abandono. |
Pra
todos que crerem nela. |
. |
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Octávio
C. Serrano |
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