NOTÍCIAS |
Veio
o primeiro sinal |
Kate
Fox, a mais criança |
Lá
dos Estados Unidos, |
Toda
cheia de coragem |
Quando
as filhas de um casal |
Nos
trouxe a nova esperança |
Perceberam
uns ruídos. |
Para
esta dura viagem. |
.. |
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Descobriu
que havia enterrado |
Começaram
as conversas |
Sob
a escada, no concreto, |
Da
grande revelação, |
Um
corpo que haviam matado |
Quando
em pacadas dispersas |
Num
crime um tanto discreto. |
Uma
era "SIM", duas, "NÃO". |
. |
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Fora
criado um diálogo |
Rosma,
o que a terra cobre |
Com
o fantasma redivivo, |
E
o senhoria trucidou, |
Ficou-se
sabendo logo |
Esse
era o nome do pobre |
Que
o "morto" estava vivo. |
Que
em cova rasa enterrou. |
. |
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E
foi a partir daí |
Como
era assunto sério |
Que
as notícias começaram, |
E
não coisa de moleque, |
Vindas
daqui e dali |
Pra
desvendar o mistério |
Pelo
mundo se espalharam. |
Lembraram
de Allan Kardec. |
. |
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Era
um grande professor |
Era
colégio adiantado |
Que
estudou em Yverdum |
Pestalozzi
o dirigia, |
Escola
de muito amor |
Denizard
saiu formado |
Onde
não ia qualquer um. |
Pra
enfrentar o dia-a-dia. |
. |
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Denizard,
foi esse o nome |
Nasce
em outubro, três, |
Que
em batismo se lhe deu; |
1804 |
Mas
quando Denizard some |
Filho
de um casal francês |
Kardec
apareceu. |
De
Lion,de fino trato |
. |
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Sentia
que chegava a hora |
A
morte já não existe |
De
grandes revelações |
Do
jeito que é ensinada, |
Pois
Deus nos mandava agora |
Por
isso não fique triste, |
Aquelas
novas lições. |
Prossiga
sua caminhada. |
. |
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Foi
isto o mais importante |
Tem
de ser raciocinada |
De
tudo o que a fé nos disse |
Pra
entender-lhe a consequência |
E
se não fosse o bastante |
E
pra ser incorporada |
Fé
deixou de ser crendice. |
Precisa
sê-lo na essência. |
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Octávio
C. Serrano |
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