DE QUANDO A QUANDO

Amor à Doutrina é desinteresse, desapego.

Infelizmente, há quem esteja na Doutrina com o objetivo de se projetar.

O único proveito que devemos almejar no serviço espiritual é o de nossa melhoria.

Estamos no Espiritismo para encetar a tarefa de nossa própria renovação - não podemos transformá-lo num campo de competição, em que uns buscam sobrepujar outros.

Precisamos combater, sistematicamente, a vaidade, pois, caso contrário, o Espiritismo nunca estará em nós.

Preocuparmo-nos com a vivência da mensagem que pregamos é fundamental.

O maior desserviço à Doutrina é a falta de exemplificação.

Nada há que justifique o nosso esquecimento ou a nossa falta de empenho na prática do bem aos semelhantes.

Servir é tarefa prioritária, e quem dispõe a tanto não escolhe o que fazer.

Devemos fugir ao excesso de teorias ...

O espírita deve ter medo de enclausurar-se em gabinetes, com distanciar-se das necessidades do povo, que, em essência, são as dele próprio.

De quando a quando, é preciso tirar o paletó, afrouxar o nó da gravata e sujar as mãos ...

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