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- MONOTEÍSMO |
I - INTRODUÇÃO
A - DEFINIÇÃO:
1.O monoteísmo
é a crença em um só Deus. Diferente do politeísmo
que conceitua a natureza de vários deuses, como também diferencia-se
do henoteísmo por ser este a crença preferencial em um deus reconhecido
entre muitos.
A divindade, nas religiões monoteístas, é onipotente, onisciente e onipresente, não deixando de lado nenhum dos aspectos da vida terrena. A crença em um só Deus, que para além de ser considerado todo-poderoso é também um ícone moral para os adeptos de religiões monoteístas - exigindo dos fiéis observância de normas de conduta consideradas puras.
2.Monoteismo
Document Actions. A Unicidade é a convicção de que Deus
Supremo é Uno, Único, Ímpar e Eterno...
A Unicidade é a convicção de que Deus Supremo é
Uno, Único, Ímpar e Eterno... e que Ele é o Criador deste
Universo e ninguém se Lhe associa - isto é, não tem parceiro,
nem outro igual, como não tem pai, nem mãe, nem esposa e nem filho
- pois Ele é a procedência da criação, a razão
das dores e a motivação dos princípios, como é à
Ele se aplicam as magníficas qualidades e os atributos mais sublimes,
porque Ele é o Sapientíssimo, o Prudentíssimo, o Poderosíssimo
e o Imortal... Ele é o Misericordioso, o Eqüitativo, o Generosíssimo,
o Influente, o Gigante e o Altíssimo!
Em Suas mãos está o bem e a tudo Ele pode... Ele é o Único
e é o Supremo que cria e dispõe, faz viver e faz morrer e destina
os mortos às moradas merecidas... e ninguém possui a capacidade
de efetivar as Suas realizações ou se associar às Suas
decisões - e não existe divindade além d'Ele - e a evidência
disto, é o que nos rodeia em pistas e vestígios sobre a Sua Magnitude,
e minuciosidade de Sua constituição universal. Aliás, tudo
que existe no Universo, lembra Deus Supremo Glorificado!
Enfim, se o ser humano olhar para sí mesmo, já lhe bastaria crer
na Unicidade de Deus! Relata-se no "Al-Hadís Acharíf",
ou seja, na "Nobre Tradição": Aquele que conheceu a
sí mesmo, conheceu a Deus. Se passarmos a meditar sobre a imensidão
do Universo, verificaríamos que tudo que há nele são os
próprios vestígios de Deus, porque se tivésse outra divindade
além de Deus Supremo, teríamos sem dúvida, outros rastros.
Certa vez, o Imám Ali Ben Abi Táleb (as) recomendou ao seu filho
Al-Hassan (as):
"... e saibas meu filho, de que, se Lhe houvésse parceiro, viriam
a ti seus mensageiros e tu verias seus vestígios, seu reino e seu reinado,
e reconhecerias as suas qualidades e ações, porém, Deus
é Uno e ninguém O contraria em Seu reino!"
Deus revelou no Alcorão Sagrado: Deus não teve filho e não
existiu com Ele alguma divindade! Pois se assim fosse, cada deus se apropriaria
de sua criação e teriam se prevalecido uns sobre os outros. Glorificado
seja Deus de quanto Lhe atribuem! Surat Al-Muminún - Cap. 23, Versículo
91.
Eis que esclarecemos a Unicidade de forma sumária:
- A fé na existência de Deus Supremo.
- A fé de que Deus é Uno, não lhe havendo parceiro e nem
quem se assemelhe a Ele.
- A Ele se atribuem as melhores expressões e as mais altas qualificações,
sendo Ele o Grandioso, Magnificente e Absoluto.
- Ninguém merece ser adorado além d'Ele, Glorificado seja!
Contribuidores: Por Sheikh Táleb Hussein Al-Khazraji
B
- O Monoteísmo
At-Tauhid: Crença na Unicidade de Deus
‘’Dize: Ele é Deus, o Único! Deus! O Absoluto! Jamais
gerou ou foi gerado! E ninguém é comparável a Ele!’’
(Alcorão Sagrado 112: 1 ao 4)
Nos termos da Chari'ah, Tauhid significa crer no seu íntimo na unicidade
de Deus, na Sua pessoa (Zát) e nos Seus Atributos (Sifa'ts) sendo necessário
declarar verbalmente o Kalimah de Tauhid. A crença no Tauhid é
lógica e natural, pois se houvesse outros deuses, ou parceiros de Deus
nos Seus Atributos, haveria então uma grande confusão e desordem
no universo. Pois, dois reis não podem governar simultaneamente no mesmo
reino, Deus diz no Alcorão Sagrado:
‘’Se houvesse nos céus e na terra outras divindades além
de Deus, (ambos) já se teriam desordenado. Glorificado seja Deus, Senhor
do Trono, de tudo quanto Lhe atribuem!’’ (Alcorão Sagrado
21:22)
Se existissem dois deuses, as, confusões, diferenças e conflitos
seriam, inevitáveis, isto é, um poderia desejar manter uma pessoa
viva e o outro desejasse matá-lo e obviamente a pessoa não poderia
estar ao mesmo tempo viva e morta. Assim sendo, se a pessoa morresse, o deus
que lhe queria dar vida perderia, se ela vivesse, o deus que lhe quer matar
perderia, e perder é sinal de impotência, e um impotente não
pode ser Deus.
Deus está livre de todas as fraquezas e defeitos. A Sociedade (associação)
é uma grande fraqueza especialmente nos assuntos relacionados com governo.
Deus é o Criador e tem o total controle e poder acima da criatura.
Portanto, para ser Muçulmano é necessário acreditar na
unicidade de Deus, sendo Ele o Único, o Criador, o Sustentador e o Nutridor,
isso se chama; Tauhid Ar-Rubu-Bíyah.
Contudo, isso não é suficiente para fazer de alguém muçulmano,
porque no tempo do Profeta Muhammad (que a Paz e a Bênção
de Deus estejam sobre ele), embora a maioria fosse ateu, havia pessoas que acreditavam
em Deus como Único Criador e Nutridor, mas, isto não fez com que
eles fossem considerados Muçulmanos.
Por isso, que como no, Tauhid Ar-Rubu-Biyah, deve também se acreditar
no; Tauhid-Al-Uluhiya, isto é, aceitar o fato de que só Deus merece
ser adorado, e evitar sob qualquer forma associar a Ele, outros na adoração.
No Alcorão Sagrado o argumento de Tauhid-AI-Uluhiya está baseado
no Tauhid-Ar-Rubu-Biyah.
Portanto se é Deus que cria e controla tudo, então porque é
que os humanos adoram outros fora Dele?
Diz Deus no Alcorão Sagrado:
‘’Ó humanos, adorai o vosso Senhor, Que vos criou, bem como
aos vossos antepassados, quiçá assim tornar-vos-íeis virtuosos.
Ele fez-vos da terra um leito, e do céu um teto, e envia do céu
a água, com a qual faz brotar os frutos para o vosso sustento. Não
atribuais rivais a Deus, conscientemente.’’ (Alcorão Sagrado
2:21 e 22)
Allah é o nome próprio e o mais correto do único ser Divino.
Não tem nem plural nem feminino. Enquanto a palavra Deus tem plural e
feminino. Allah é o nome semítico para Divino, assim como em qualquer
língua existe um nome especifico para denominar esse Único ser
que reside dentro de todos nós cuja presença sentimos.
Em Latim é Deus, em Inglês é God, em Persa é Khuda,
em Hindi é Deva, em Grego Odeos, e assim sucessivamente, mas isto não
significa que God é o Deus dos Ingleses, nem que Dieu é o Deus
dos Franceses. Deus no Alcorão Sagrado ordena aos muçulmanos para
dizerem aos outros:
‘’Cremos no que nos foi revelado, assim como no que vos foi revelado
antes; nosso Deus e o vosso são Um e a Ele nos submetemos.’’
(Alcorão Sagrado 29:46)
A crença na unicidade e soberania de Deus liberta a pessoa de todos os
medos e superstições ao tomá-la consciente da presença
de Deus e das obrigações para com Ele. A crença num Deus
exige que olhemos para toda a humanidade como uma única família,
independentemente da sua cor, classe, raça ou território, sendo
todos nós criaturas do mesmo Deus. O Islam rejeita a idéia da
existência do Povo Escolhido, à base de raça, cor, classe
ou território, fazendo da fé em Deus e as boas ações,
o único caminho ao paraíso, estabelecendo assim uma relação
direta com Deus, aberta a todos sem intermediários.
Para ser muçulmano basta confessar com sinceridade e convicção,
o Kalimah:
Lá iláha illa-lah Muhammadu Rassulullah.
Não se deve dizer ‘’converteu-se’’ a respeito
da pessoa que entrou no Islam, mas sim, reverteu-se, isto é, voltou às
origens (à religião universal) porque o Profeta Muhammad (que
a Paz e a Bênção de deus estejam sobre ele) disse:
‘’Toda a criança nasce muçulmana (submissa a Deus),
porém os seus pais arrastam-na para a sua religião, fora do Islam.''
O Alcorão Sagrado também confirma isso. Mas quem deixa o Islam
e entra em outra religião, esse sim pode-se dizer a seu respeito que
se converteu, para tal religião, porque mudou a sua origem.
O Alcorão Sagrado denominou de Muçulmanos; os que se submeteram
voluntariamente perante as ordens de Deus, por conseguinte devemos recusar sermos
chamados por <<Maometanos>> ou <<Muhammadismo>>; um
nome inventado pelos ocidentais para dar a entender aos menos esclarecidos que
adoramos a Muhammad; ‘’Maomé’’ em semelhança
a outras religiões as quais adotaram o nome de seus fundadores.
Os muçulmanos acreditam na unidade de Deus e consideram a divindade de
Jesus (que a Paz esteja sobre ele), por parte de algumas pessoas uma reversão
ao Politeísmo. O Alcorão Sagrado diz que Jesus (que a Paz esteja
sobre ele), não era uma encarnação de Deus, mas sim seu
Mensageiro e em semelhança a outros Profetas, um ser humano.
O Islam também rejeita a doutrina de que Jesus é filho de Deus,
todos somos criaturas de Deus, A expressão <<Filho de Deus>>
foi utilizada na Bíblia para outros Profetas e também para os
crentes em geral, contudo não sabemos porquê os cristãos
aplicam este termo na forma literal e, exclusiva somente para Jesus (que a Paz
esteja sobre ele). Talvez porque o seu nascimento foi milagroso, sem um pai,
se é esse o motivo, então Adão (que a Paz esteja sobre
ele) também deveria ser considerado filho Deus, pois nasceu sem um pai
e sem mãe.
Por exemplo, o Profeta Daud (David) (que a Paz esteja sobre ele), recebeu este
título muito antes de Jesus(que a Paz esteja sobre ele):
‘’Divulgarei o decreto do Senhor. Ele disse-me: Tu és meu
Filho, hoje mesmo te gerei.’’ (Salmos 2:7)
Da mesma forma, Israel e Salomão (que a Paz esteja sobre eles); foram
chamados de Filho de Deus:
‘’Assim fala o Senhor: Meu filho primogênito é Israel’’
(Êxodo 4:22)
‘’’Será ele a construir uma Casa a meu nome. Ele será
para mim um filho, e serei para ele um pai e firmarei para sempre o trono de
sua realeza sobre Israel’’ ( I Crônicas 22:10)
Jesus (que a Paz esteja sobre ele) disse que todo o Homem piedoso era Filho
de Deus.’Eu porém digo-vos. Amai os vossos inimigos e orai pelos
que vos perseguem. Fazendo assim, tornar-vos-eis Filhos do Vosso Pai que está
nos céus.’’(Mateus 5:44 e 45)
E disse:
‘’Bem aventurados os pacificadores, porque serão chamados
Filhos de Deus.’’ (Mateus 5:9)
O Islam rejeita o dogma do pecado original e da expiação que faz
parte de algumas doutrinas para a salvação e considera toda a
criança que nasce, pura sem pecados e inocente.
O Islam diz que o pecado não é herdado, é algo que cada
ser humano adquire para si próprio ao praticar o que não devia.
Raciocinando bem, seria de fato uma grande injustiça condenar toda a
raça humana pelos pecados cometidos a milhares de anos, pelos primeiros
Pais.
O Pecado é uma transgressão voluntária e consciente das
leis de Deus ou das leis do bem e do mal. A sua responsabilidade recai somente
sobre a pessoa que cometeu e, não sobre os seus filhos. Jesus (que a
Paz esteja sobre ele) disse que o único caminho para a salvação
era cumprir os mandamentos, como consta em Marcos:
‘’E Pondo-se a caminho, correu para elo, um homem o qual se ajoelhou
diante dele e lhe perguntou: Bom Mestre, que farei para herdar a vida eterna?
E Jesus lhe disse: Porque me chamas bom? Não há bom senão
um só, que é Deus. Tu sabes os mandamentos: Não adulterarás,
não matarás, não furtarás, não dirás
falsos testemunhos, não defraudarás alguém; Honra a teu
pai e a, tua mãe.’’ (Marcos 10:17 ao 19)
Portanto para entrar na vida eterna deve-se guardar os mandamentos.
Os Muçulmanos também não acreditam na trindade, isto é,
três pessoas na divindade: Pai, Filho (Jesus) e Espírito Santo.
Pois Jesus (que a Paz esteja sobre ele) nasceu de Maria, e a sua necessidade
pela comida é bebida são indicações claras de que
era humano e não Deus e nem filho de Deus. Ele era sim, um dos grandes
mensageiros de Deus, os que acreditam na sua divindade são mushrik's
porque atribuem parceiros a Deus, diz Deus no Alcorão Sagrado:
‘’São blasfemos aqueles que dizem: Deus é um da Trindade!,
portanto não existe divindade alguma além do Deus Único.’’
Alcorão Sagrado 5:73)
Existem na Índia, no Iran, os Zoroastras (adoradores do fogo) (Majuss).
A crença deles está em conflito direto com Tauhid, eles acreditam
em um duplo poder, sendo um o Iazdan, o criador do bem e outro Ahraman, criador
do mal. Eles acreditam que o trabalho de Iazdan é criar e o de Ahraman
é destruir, o Alcorão Sagrado repudia esse tipo de crença
e diz:
‘’Deus disse: Não adoreis a dois deuses - mas sim, há
um Único Deus! – Temei, pois, a Mim somente! Seu é tudo
quanto existe nos céus e na terra. Somente a Ele devemos obediência
permanente.Temeríeis, acaso, alguém além de Deus?’’
(Alcorão Sagrado 16:51 ao 53)
Além destes há os Hindus, que não têm uma religião
fixa, estão divididos em várias castas e milhares de seitas e
não têm uma divindade fixa. Cada seita tem o seu deus, e algumas
delas têm três deusas e outras ainda vários deuses e com
formas diversificadas.
Islam advoga a doutrina do Monoteísmo puro propagado por todos os Profetas,
inclusive por Jesus (que a Paz esteja sobre ele), assim como consta na Bíblia.
‘’E Jesus respondeu-lhe: O primeiro de todos os mandamentos é,
ouve, Israel, o senhor, nosso Deus, é o Único Senhor’’(Marcos
12:21)
E consta:
‘’E Jesus lhe disse: Porque me chama Bom? Ninguém é
Bom senão um que é Deus.’’ (Marcos 10:18)
E disse:
“Ao Senhor, teu Deus, adorarás e só a Ele servirás.’’
(Mateus 4:10).
A doutrina da Trindade foi inventada pelos cristãos por volta de 300
anos após Jesus (que a Paz esteja sobre ele). Os quatro evangelhos canônicos
não contêm nenhuma referência sobre isso, consta no ‘’The
New Catholic Encyclopaedia (1967)’’. A formulação
de um Deus em três pessoas não tinha sido solidamente estabelecida
na vida Cristã e na sua profissão de fé, anterior ao fim
do século quatro. Mas foi precisamente esta formulação
que reclamou primeiro o título de ‘’O dogma Trinitário’’.
Entre os padres apostólicos não havia nada, mesmo remotamente
próximo, a tal mentalidade ou perspectivas. (Vol. 14 Pag. 295 Art.<<
The Holy Trinity>>)
O Profeta Muhammad (que a Paz e Bênção de Deus estejam sobre
ele) restabeleceu, purificou e propagou o Monoteísmo puro e natural.
Os muçulmanos não acreditam, que qualquer Profeta em qualquer
era; tivesse se auto proclamado Deus, filho de Deus ou parceiro na divindade.
A doutrina básica no Islam é o conceito da unicidade de Deus e
é essa a característica distinta do Islam sendo esta a mais pura
forma do Monoteísmo.
ISLAM.ORG
II - RELIGIÕES MONOTEÍSTAS
A - São exemplos de religiões monoteístas:
-
Cristianismo
- Fé Bahá'í
- Islamismo
- Judaísmo
B
- Visão Bahá'í
Os Bahá'ís acreditam em um único Deus, o criador de todas
as coisas, que incluem todas as criaturas e forças do universo. A existência
de Deus é conceituada como eterna, não tendo começo ou
fim. Embora inacessível e incognoscível, Deus é tido como
consciente de Sua criação, com vontade e propósito. Os
Bahá'ís acreditam que Deus expressa Sua vontade de várias
maneiras, incluindo uma série de mensageiros divinos referidos como Manifestantes
de Deus ou algumas vezes como educadores divinos. Essas manifestações
que estabelecem religiões no mundo, são uma forma de Deus educar
a humanidade.
Os ensinamentos Bahá'ís declaram que Deus compreende tudo, por isso não pode ser compreendido. Na religião Bahá'í Deus é frequentemente referido por títulos, como "Todo-Poderoso" ou "Suprema Sabedoria", e há quantidade considerável de ênfase no monoteísmo.
A Fé Bahá'í conceitua como caráter monoteísta as maiores religiões independentes, determinando um padrão de revelação continuada entre todas elas.
C
- Visão Cristã
Na Bíblia, o livro sagrado dos Cristãos, encontra-se considerável
número de confirmação do monoteísmo.
De acordo com a maioria dos cristãos, a Trindade, que consiste na crença de três aspectos de uma mesma concepção: Cristo, o Pai e o Espírito Santo - não anula o conceito monoteísta da religião cristã.
D
- Visão Islâmica
Deus é considerado único e sem igual. Cada capítulo do
Alcorão (exeto dois) começa "Em nome de Deus, o beneficente,
o misericordioso". Uma das passagens do Alcorão que é frequentemente
usada para demonstrar atributos de Deus diz:
"Ele é Deus e não há outro deus senão Ele, Que conhece o invisível e o visível. Ele é o Clemente, o Misericordioso!
Ele é Deus e não há outro deus senão ele. Ele é o Soberano, o Santo, a Paz, o Fiel, o Vigilante, o Poderoso, o Forte, o Grande! Que Deus seja louvado acima dos que os homens Lhe associam!
Ele é Deus, o Criador, o Inovador, o Formador! Para ele os epítetos mais belos" (59, 22-24).
E
- Visão Judaica
O judaísmo é uma das mais antigas religiões monoteístas
conhecidas.
O príncipio básico do judaísmo é a unicidade absoluta de YHWH como Deus e Criador, Onipotente, Onisciente, Onipresente, que influencia todo o universo, mas que não pode ser limitado de forma alguma, o que carateriza em idolatria, o pecado mais mortal de acordo com a Torá. A afirmação da crença no monoteísmo manifesta-se na profissão de fé judaica conhecida como Shemá. Assim qualquer tentativa de politeísmo é fortemente rechaçada pelo judaísmo, assim como é proibido seguir ou oferecer prece à outro que não seja YHWH.
Conforme o relacionamento de YHWH com Israel, o judaísmo enfatiza certos aspectos da divindade chamando-o por títulos diferenciados (ver Nomes de Deus no Judaísmo).
Frase referida no Torah (Deuteronômio 6:4): "Ouve, ó Israel! O Senhor, nosso Deus, é o único Senhor.
O Islamismo e o Judaísmo consideram o cristianismo uma crença politeísta, independente de crerem ou não na Trindade.
F - Religiões Dharmicas
-
Hinduísmo
O Vedas é o livro mais sagrado no Hinduísmo. O mais antigo deles,
o Rigveda, datando para mais de 3000 anos atrás, contém evidências
da emergência de um pensamento monoteísta.
- Sikhismo
O Sikhismo é essensialmente monoteísta, fundada em fins do século
XV na região atualmente divida ente o Paquistão e a Índia.
Os sikhs acreditam em um Deus, Onisciente, Onipresente, Supremo Criador.
WIKIPÉDIA