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CENTROS
VITAIS OU CENTROS DE FORÇA |
| BIBLIOGRAFIA |
| 01 - Ação e Reação - pág. 254 | 02 - Antologia do Perispírito - Ref. 898, pág. 1077 |
| 03 - Correlações Espírito-Matéria - pág. 21 | 04 - Entre o Céu e a Terra - pág. 126/142/257 |
| 05 - Estudos Espíritas - pág. 43 | 06 - Estudos sobre Mediunidade - pág. 45 |
| 07 - Evolução em dois mundos - pág. 26/98 | 08 - Forças sexuais da alma - pág. 47 |
| 09 - Magnetismo curativo - pág. 263 | 10 - Mãos de Luz - pág. 130 |
| 11 - Mecanismos da mediunidade - pág. 83 | 12 - O passe Espírita - pág. 89 |
| 13 - Os chacras - toda a obra | 14 - Passes e Radiações - pág. 45/141 |
| 15 - Roteiro - pág. 47 | 16 - Saúde e Espiritismo - pág. 54 |
| 17 - Sexo e Evolução - pág. 216 | 18 - Tambores de Angola - pág. 33/133 |
| 19 - Técnica da Mediunidade - pág. 74 | 20 - Tramas do Destino - pág. 283 |
LEMBRETE: O NÚMERO DA PÁGINA PODE VARIAR DE ACORDO COM A EDIÇÃO DA OBRA CITADA.
CENTROS VITAIS OU CENTROS DE FORÇA – COMPILAÇÃO
05 - ESTUDOS ESPÍRITAS – DIVALDO P. FRANCO ( JOANNA DE ÂNGELIS) – pág. 43
Perfeitamente
consentâneo aos últimos descobrimentos, nas experiências
de detecção por efluvioscopia e efluviografia, denominado corpo
bioplásmico, o Apóstolo Paulo já o chamava corpo espiritual,
conforme escreveu aos coríntios (I Epístola, 15:44).
FUNÇÕES: Organizado por energias próprias e eletromagnéticas
e dirigido pela mente, que o aciona conforme o estágio evolutivo do Espírito,
no corpo espiritual ou perispírito estão as matrizes reais das
funções que se manifestam na organização somática.
Catalisador das energias divinas, que assimila, é encarregado de transmitir
e plasmar no corpo as ordens, impõe, na aparelhagem física, desde
a concepção, mediante metabolismo psíquico muito complexo
e sutil, as limitações, coerções, punições,
ou faculta amplitude de recursos físicos e mentais, conforme as ações
do estágio anterior, na carne, em que o Espírito se acumpliciou
com o erro ou se levantou pela dignificação.
Interferindo decisivamente no comportamento hereditário, não apenas
modela a forma de que se revestirá o Espírito, desde o embrião
que se lhe amolda completamente, como reproduzindo as expressões fisionômicas
e anatômicas, quando da desencarnação.
Graças às moléculas de que se forma, responde pelas alterações
da aparelhagem fisiopsíquica, no campo das necessidades reparadoras que
a Lei impõe aos espíritos calcetas.
É o responsável pela irradiação da energia dos trilhões
de corpúsculos celulares – essas pequenas usinas que se aglutinam
ao império das radiações que lhes impõem a gravitação
harmônica, na aparelhagem que constitui os diversos órgãos
cuja forma e anatomia lhe pertencem, cabendo às células apenas
o seu revestimento – exteriorizando a aura e podendo, em condições
especiais, modelar a distância o DUPLO-ETÉREO, tornando-o tangível.
Graças à sua complexidade, conserva intacta a individualidade,
através da esteira das reencarnações, e se faz responsável
pela transmissão ao Espírito das sensações que o
corpo experimenta, como ao corpo informa das emoções procedentes
das sedes do Espírito, em perfeito entrosamento de energias entre os
centros vitais ou de força, que controlam a aparelhagem fisiológica
e psicológica e as reações somáticas, que lhes exteriorizam
os efeitos do intercâmbio.
Nele estão sediadas as gêneses patológicas de distúrbios
dolorosos quais a esquizofrenia, a epilepsia, o câncer de variada etiologia,
o pênfigo... que em momento próprio favorece a sintonia com microorganismos
que se multiplicam desordenadamente e tomam de assalto o campo físico
ou através de sintonias próprias, ensejando a aceleração
das perturbações psíquicas de largo porte. Em todo processo
teratológico os fatores causais lhe pertencem. E, num vasto campo de
problemas emocionais como fisiológicos, as síndromes procedem
das tecelagens muito delicadas da sua ação dinâmica, poderosa.
Desde épocas imemoriais, a filosofia hindu, estudando as suas manifestações
no ser reencarnado, relacionou-o com os CHAKRAS ou centros vitais que se encontram
em perfeito comando dos órgãos fundamentais da vida, espalhados
na fisiologia somática, a saber: CORONÁRIO, também identificado
como a “flor de mil pétalas”, que assimila as energias divinas
e comanda todos os demais, instalado na parte central do cérebro, qual
santuário da vida superior – sede da mente - , responsável
pelos processos da razão, da morfologia, do metabolismo geral, da estabilidade
emocional e funcional da alma no caminho evolutivo; CEREBRAL ou FRONTAL, que
se encarrega do sistema endocrínico, do sistema nervoso e do córtice
cerebral, respondendo pela transformação dos neuroblastos em neurônios
e comandando desde os neurônios às células efetoras.
LARÍNGEO,
que controla os fenômenos da respiração e da fonação;
CARDÍACO, que responde pela aparelhagem circulatória e pelo sistema
emocional, sediado entre o esterno e o coração; ESPLÊNICO,
que se responsabiliza pelo labor das hemácias, volume e atividade, na
manutenção da vida; GÁSTRICO, que conduz a digestão,
assimilação e eliminação dos alimentos encarregados
da manutenção do corpo; GENÉSICO, que dirige o santuário
da reprodução e engendra recursos para o perfeito entrosamento
dos seres na construção dos ideais de engrandecimento e beleza
em que se movimenta a Humanidade.
Incorporando experiências novas e eliminando expressões primitivas,
é o fator essencial para o intercâmbio medianímico entre
encarnados e desencarnados.
07 – EVOLUÇÃO EM DOIS MUNDOS – FRANCISCO C. XAVIER (ANDRÉ LUIZ) – pág. 26/ 98
RETRATO
DO CORPO MENTAL. Para definirmos de alguma sorte, o corpo espiritual,
é preciso considerar antes de tudo, que ele não é reflexo
do corpo físico, porque, na realidade, é o corpo físico
que o reflete, tanto quanto ele próprio, o corpo espiritual, retrata
em si o corpo mental que lhe preside a formação.
Do ponto de vista da constituição e função em que
se caracteriza na esfera imediata ao trabalho do homem, após a morte,
é o corpo espiritual o veículo físico por excelência,
com sua estrutura eletromagnética, algo modificado no que tange aos fenômenos
genésicos e nutritivos, de acordo, porém, com as aquisições
da mente que o maneja.
Todas as alterações que apresenta, depois do estágio berço-túmulo,
verificam-se na base da conduta espiritual da criatura que se despede do arcabouço
terrestre para continuar a jornada evolutiva nos domínios da experiência.
Claro está, portanto, que é ele santuário vivo em que a
consciência imortal prossegue em manifestação incessante
além do sepulcro, formação sutil, urdida em recursos dinâmicos,
extremamente porosa e plástica, em cuja tessitura as células,
noutra faixa vibratória, à face do sistema de permuta visceralmente
renovado, se distribuem mais ou menos à feição das partículas
colóides, com a respectiva carga elétrica, comportando-se no espaço
segundo a sua condição específica, e apresentando estados
morfológicos conforme o campo mental a que se ajusta.
CENTROS VITAIS ou CENTROS DE FORÇA: Estudado no plano em que nos
encontramos, na posição de criaturas desencarnadas, o corpo espiritual
ou psicossoma é, assim, o veículo físico, relativamente
definido pela ciência humana, como os CENTROS VITAIS que essa mesma ciência,
por enquanto, não pode perquirir e reconhecer.
Nele possuímos todo o equipamento de recursos automáticos que
governam os bilhões de entidades microscópicas a serviço
da Inteligência, nos círculos de ação em que nos
demoramos, recursos esses adquiridos vagarosamente pelo ser, em milênios
de esforço e recapitulação, nos múltiplos setores
da evolução anímica.
É assim que, regendo a atividade funcional dos órgãos relacionados
pela fisiologia terrena, nele identificamos o CENTRO CORONÁRIO, instalado
na região central do cérebro, sede da mente, centro que assimila
os estímulos do Plano Superior e orienta a forma, o movimento, a estabilidade,
o metabolismo orgânico e a vida consciencial da alma encarnada ou desencarnada,
nas cintas do aprendizado que lhe corresponde no abrigo planetário.
O centro coronário supervisiona, ainda, os outros centros vitais que
lhe obedecem ao impulso, procedente do Espírito, assim como as peças
secundárias de uma usina respondem ao comando da peça-motor de
que se serve o tirocínio do homem para concatená-las e dirigi-las.
Desses centros secundários, entrelaçados no psicossoma e, conseqüentemente,
no corpo físico, por redes plexiformes, destacamos o CENTRO CEREBRAL
OU FRONTAL, contíguo ao coronário, com influência decisiva
sobre os demais, governando o córtice encefálico na sustentação
dos sentidos, marcando a atividade das glândulas endocrínicas e
administrando o sistema nervoso, em toda a sua organização, coordenação,
atividade e mecanismo, desde os neurônios sensitivos até as células
efetoras.
O CENTRO LARÍNGEO, controlando notadamente a respiração e a fonação; o CENTRO CARDÍACO, dirigindo a emotividade e a circulação das forças de base; o CENTRO ESPLÊNICO, determinando todas as atividades em que se exprime o sistema hemático, dentro das variações de meio e volume sanguíneo; o CENTRO GÁSTRICO, responsabilizando-se pela digestão e absorção dos alimentos densos ou menos densos que, de qualquer modo, representam concentrados fluídicos penetrando-nos a organização, e o CENTRO GENÉSICO, guiando a modelagem de novas formas entre os homens ou o estabelecimento de estímulos criadores, com vistas ao trabalho, à associação e à realização entre as almas.
CENTRO
CORONÁRIO:
Temos particularmente no centro coronário o ponto de interação
entre as forças determinantes do espírito e as forças fisiopsicossomáticas
organizadas. Dele parte, desse modo, a corrente de energia vitalizante formada
de estímulos espirituais com ação difusível sobre
a matéria mental que o envolve, transmitindo aos demais centros da alma
os reflexos vivos de nossos sentimentos, idéias e ações,
tanto quanto esses mesmos centros, interdependentes entre si, imprimem semelhantes
reflexos nos órgãos e demais implementos de nossa constituição
particular, plasmando em nós próprios os efeitos agradáveis
ou desagradáveis de nossa influência e conduta.
A mente elabora as criações que lhe fluem da vontade, apropriando-se
dos elementos que a circundam, e o CENTRO CORONÁRIO incumbe-se automaticamente
de fixar a natureza da responsabilidade que lhes diga respeito, marcando no
próprio ser as conseqüências felizes ou infelizes de sua movimentação
consciencial no campo do destino.
ESTRUTURA MENTAL DAS CÉLULAS: É importante considerar,
todavia, que nós, os desencarnados, na esfera que nos é própria,
estudamos, presentemente, a estrutura mental das células, de modo a iniciarmo-nos
em aprendizado superior, com mais amplitude de conhecimento, acerca dos fluidos
que nos integram o clima de manifestação, todos eles de origem
mental e todos entretecidos na essência da matéria primária,
ou Hausto Corpuscular de Deus, de que se compõe a base do Universo Infinito.
CENTROS VITAIS DAS CÉLULAS: São os
centros vitais fulcros energéticos que, sob a direção automática
da alma, imprimem às células a especialização extrema,
pela qual o homem possui no corpo denso, e detemos todos no corpo espiritual
em recursos equivalentes, as células que produzem fosfato e carbonato
de cálcio para a construção dos ossos, as que se distendem
para a recobertura do intestino, as que desempenham complexas funções
químicas no fígado, as que se transformam em filtros de sangue
na intimidade dos rins e outras tantas que se ocupam do fabrico de substâncias
indispensáveis à conservação e defesa da vida nas
glândulas, nos tecidos e nos órgãos que nos constituem o
cosmo vivo de manifestação.
Essas células que obedecem às ordens do espírito, diferenciando-se
e adaptando-se às condições por ele criadas, procedem do
elemento primitivo, comum, de que todos provimos em laboriosa marcha no decurso
dos milênios, desde o seio tépido do oceano, quando as formações
protoplásmicas nos lastrearam as manifestações primeiras.
Tanto quanto a célula individual, a personalizar-se na ameba, se unicelular
que reclama ambiente próprio e nutrição adequada para crescer
e reproduzir-se, garantindo a sobrevivência da espécie no oceano
em que respira, os bilhões de células que nos servem ao veículo
de expressão, agora domesticadas, na sua quase totalidade em funções
exclusivas, necessitam de substâncias especiais, água, oxigênio
e canais de exoneração excretória para se multiplicarem
no trabalho específico que nosso espírito lhes traça, encontrando,
porém, esse clima, que lhes é indispensável, na estrutura
aquosa de nossa constituição fisiopsicossomática, a expressar-se
nos líquidos extracelulares, formados pelo líquido intersticial
e pelo plasma sanguíneo.
EXTERIORIZAÇÃO DOS CENTROS VITAIS:
Observando o corpo espiritual ou psicossoma, desse modo, em nossa rápida
síntese, como veículo eletromagnético, qual o próprio
corpo físico vulgar, reconheceremos facilmente que, como acontece na
exteriorização da sensibilidade dos encarnados operada pelos magnetizadores
comuns, os centros vitais a que nos referimos são também exteriorizáveis,
quando a criatura se encontre no campo da encarnação e enfermeiros
desencarnados, durante o sono vulgar, no auxílio a doentes físicos
de todas as latitudes da Terra, plasmando renovações e transformações
no comportamento celular, mediante intervenções no corpo espiritual,
segundo a lei do merecimento, recursos esses que se popularizado na medicina
terrestre do grande futuro.
14 – PASSES E RADIAÇÕES – EDGARD ARMOND – pág. 45/161
CAPÍTULO
2 – CENTROS DE FORÇA. No perispírito, o sistema nervoso
liga-se através dos plexos e gânglios, a uma série de centros
de força, denominados CHACRAS na literatura oriental, sobre os quais
devemos aqui dizer mais algumas palavras, tendo em vista sua importância
para o trabalho dos passes, apesar de não terem sido citados por Kardec
na Codificação, por conveniência de programação.
Antes, porém, estudemos alguns rápidos conceitos doutrinários
a respeito de energia:
1
– FORMAS DE ENERGIA:
Há energias de diversos aspectos que circulam no Cosmo, alimentando a
vida de todos os seres, as quais têm várias origens: a Terra, o
Sol, o espaço infinito, os seres espirituais, ...
Todas elas têm características, vibrações, ondulações
e cores diferentes. As que vem do Sol são sete e correspondem às
cores do espectro solar, que o arco-íris reflete nas suas deslumbrantes
e poéticas apresentações.
As da Terra são primárias, violentas, vêm do centro do globo
têm o nome, na literatura oriental, de “fogo serpentino, kundalini”,
e as chamaremos aqui de Força Primária.
As que vêm dos espaços infinitos são inúmeras, dentre
as quais se podem citar o “prana”, a eletricidade, os raios cósmicos,
em geral, o magnetismo, etc.. energias estas que o homem absorve pela alimentação,
pela respiração e pelos centros de força.
Na alimentação, destacam-se os vegetais, nos quais, além
dos sais minerais e das energias solares fixadas pela fotossíntese nos
carboidratos, existem as vitaminas (aminas da vida) que a ciência já
conseguiu descobrir e classificar em grande número.
Todas essas formas de energia fluem através dos corpos vivos, alimentando
suas atividades individuais.
Portanto, resumindo, verificamos que o homem encarnado se nutre:
A – de alimentos sólidos e líquidos, que absorve pelo sistema
digestório;
B – de ar atmosférico, que absorve pelo sistema respiratório
e pela pele;
C – de energias espirituais (fluidos e raios cósmicos) que absorve
pelos centros de força.
2
– CENTROS DE FORÇA:
Centros de Força ou Rodas são acumuladores e distribuidores de
força espiritual, situados no corpo etéreo (também conhecido
por DUPLO-ETÉRICO) pelos quais transitam os fluidos energéticos
de uns para outros dos envoltórios exteriores do espírito encarnado.
No homem comum, o centro de força se apresenta com um círculo
de mais ou menos 5 centímetros de diâmetro, quase sem brilho; porém,
no homem espiritual, é quase sempre um vórtice luminoso e refulgente.
Quanto mais ativo ou desenvolvido for o centro de força, maior capacidade
de energia ele comporta e, portanto, maiores possibilidades oferece em relação
ao emprego dessa mesma energia; e como as faculdades psíquicas são
afetadas e estão, em grande parte, subordinadas ao funcionamento dos
centros de força, compreende-se que o maior desenvolvimento de um deles
acarreta o desenvolvimento da faculdade psíquica correspondente e vice-versa.
Os centros de força principais no perispírito se localizam em regiões anatômicas correspondentes aos plexos do corpo orgânico. Para melhor compreensão do assunto, observe o gráfico abaixo:
PLEXO |
LOCALIZAÇÃO |
CENTRO DE FORÇA |
NATUREZA/ATIVIDADE |
------------------------- |
Alto da cabeça |
CORONÁRIO |
Espiritual |
FRONTAL |
Fronte |
FRONTAL |
Espiritual |
HIPOGÁSTRICO |
Baixo ventre |
GENÉSICO |
Fisiológico |
MESENTÉRICO |
Região do baço |
ESPLÊNICO |
|
SOLAR |
Região do estômago |
GÁSTRICO |
Fisiológico |
CARDÍACO |
Região precordial |
CARDÍACO |
Emocional |
LARÍNGEO |
Garganta |
LARÍNGEO |
Emocional |
SACRAL |
Base da espinha |
BÁSICO |
3 – FUNÇÕES DOS CENTROS DE
FORÇA:
CORONÁRIO: Órgão de ligação com o
mundo espiritual; serve ao Espírito para influir sobre os demais centros
de força; influi sobre o desenvolvimento mediúnico por sua ligação
com a epífise (glândula pineal). A reativação dá
continuidade de consciência no sono e nos desdobramentos. Cores básicas:
Branco e dourado.
FRONTAL: Regula as atividades inteligentes; influi no desenvolvimento da vidência; tem ligações com a hipófise (glândula pituitária). Cores básicas: roxo, amarelo e azul.
LARÍNGEO: Regula as atividades ligadas ao uso da palavra; influi sobre a audição mediúnica. Cores básicas: prata e azul.
CARDÍACO: Regula as emoções e
os sentimentos. A reativação expande os sentimentos; influi sobre
a circulação do sangue e sua manipulação é
delicada. Cores básicas: rosa e dourado brilhante.
BÁSICO: Na contenção deliberada, as forças que transitam
por esse órgão se transformam, no cérebro, em energia intelectual.
Estimula desejos, age sobre o sexo. Capta e distribui a força primária
e serve para reativação dos demais centros. Essa reativação,
se for feita assiduamente sobre o mesmo centro, aumenta a animalidade. Cores
básicas: roxo e laranja forte.
GENÉSICO: Regula as atividades ligadas ao sexo, recebendo influência direta do Básico. A reativação aumenta a libido em grau imprevisível, podendo levar ao esgotamento e ao desequilíbrio, provocando muitas vezes vampirismo, sendo, portanto, desaconselhável a sua reativação.
ESPLÊNICO: Regula a circulação dos elementos vitais cósmicos que, após circularem, se eliminam pela pele, refletindo-se na aura; quanto mais intensa absorção, mais poderoso o magnetismo individual aplicável às curas. A reativação aumenta a captação dessas energias, a vitalidade nervosa e a normalidade circulatória sanguínea. Cores básicas: amarelo, roxo e verde.
GÁSTRICO: Regula a manipulação e a assimilação dos alimentos orgânicos; influi sobre as emoções e a sensibilidade, e sua apatia produz disfunções vegetativas. Cores básicas: roxo e verde.
4 – O CORPO ETÉREO:
Os plexos, como já explicamos, estão situados no corpo físico;
são conjuntos e aglomerados de nervos e gânglios do Sistema Vago-Simpático
que regula a vida vegetativa do corpo humano.
Os centros de força, ao contrário, são estações
de força espiritual ou fluídica no perispírito e no corpo
etéreo; formam um campo eletromagnético utilizado pelo Espírito
e funcionam em plena ligação com os plexos do corpo material.
O corpo etéreo é composto de eflúvios vitais, na sua maior
parte emanados do neuropsiquismo do corpo denso, e assegura a ligação
entre o perispírito e este do qual, aliás faz parte, como se fosse
um prolongamento. Esse corpo etéreo desintegra-se de 30 a 40 dias após
a morte do corpo físico.
CONSIDERAÇÕES GERAIS: * As forças espirituais e as cósmicas, vindas do Espaço ou da Terra, penetram nos centros de força situados no perispírito, daí passam aos plexos orgânicos e destes aos nervos, transitando, assim, por todo o organismo.
* As energias que fluem pelos centros de força possuem uma determinada medida de onda e determinada cor; movem-se, não em linha reta, como as ondas de luz, mas por ondulações.
* Segundo as influências que exercem, os centros de força possuem cores diferentes, predominando, em cada um deles, aquela que corresponde à sua natureza e atividade fundamental. Ainda segunda essa natureza e a disposição que guardam no conjunto humano, podem ser: a) fisiológicos: genésico e gástrico; b) emocionais: cardíacos e laríngeo; c) espirituais: frontal e coronário. Estes últimos mantêm estreitas ligações com as glândulas epífise (pineal) e hipófise (pituitária) e funcionam como elementos de ligação com o mundo espiritual superior.
* Alimentação sóbria, abstenção de tóxicos e outros fatores, influem sobremodo no trânsito livre e desembaraçado das energias pelo binômio centro de força-plexo; isto é muito importante para aqueles que dão passes e que necessitam manter sempre suas próprias forças em perfeito ritmo e capacidade.
* Medicamentos materiais agem sobre as vísceras, músculos e nervos, mas as energias fluídicas e magnéticas agem sobre os centros de força diretamente.
* A força primária penetra pelo centro básico, desperta os demais centros e, em certos casos, provoca sua reativação.
* Em alguns indivíduos, os centros frontal e coronário se confundem na aparência, visto que as duas glândulas, pituitária e pineal, estão no corpo físico, quase juntas.
* No corpo físico, os órgãos dos sentidos recebem as impressões exteriores e as transmitem ao cérebro, para o conhecimento do Espírito; porém, no perispírito, há matéria própria a receber e transmitir as impressões ou vibrações procedentes do exterior e este é o segredo da compreensão da quarta dimensão: o Espírito vê e sente em todos os sentidos, sem necessidade de localização, porque no seu envoltório, em todo ele, há células capazes de receber e transmitir tais impressões.
* Cada centro de força, despertando, aumenta as possibilidades dos sentidos físicos e espirituais, como também de faculdades psíquicas ou mediúnicas; cada um que desperta ou se desenvolve torna o Espírito capaz de perceber novas ordens de vibrações.
* As energias solares penetram nos centros em forma de ondulações preferenciais ou específicas, formando raios de cores diferentes, com virtudes diferentes.
Raios roxos e alaranjados: raios próprios do genésico, donde vão aos órgãos reprodutores. O uso destes mantêm vivos os desejos - a libido - enquanto que a abstenção os transforma em raios amarelos, próprios da vida espiritual, que passam ao cérebro.
Raios amarelos: vão ao coração, que avivam e passam diretamente ao cérebro, para despertar o coronário.
Raios verdes: inundam o abdômen, centralizando-se no plexo solar para vivificar os órgãos digestivos e excretores.
Raios roseas: circulam pelo sistema nervoso, do qual são alimento específico. * Porém, como os centros de força funcionam no plano espiritual, nem sempre podem transmitir ao corpo físico, à consciência física desperta no meio físico, as impressões que lá estão constantemente recebendo; há fronteiras vibratórias que impedem a transmissão: uma espécie de cortina vibratória isoladora, que protege o corpo físico dos choques constantes e muitas vezes perniciosos dessas impressões.